Instituto RAM de Reeducação Ambiental

Com sede intelectual em Salvador/BA e Guarulhos/SP, o Instituto RAM de Reeducação Ambiental foi criado com o propósito de transformar a relação entre o homem, o meio e os animais em território brasileiro. Reeducação Ambiental, abrace esta causa!

30/7/08

Jacarandá-da-Bahia: Testanto, testando!…

Existe algo mais pomposo que exibir, em casa ou no escritório, um móvel feito em Jacarandá-da-Bahia? Um instrumento musical, então, é supra-sumo para qualquer um! 

A questão é que esse luxo custou a vida dessa espécie de árvore, catalogada, atualmente, como ameaçada de extinção. Devido a este problema, a comercialização do jacarandá-da-bahia, árvore nativa do país, está vedada desde 1992 por uma portaria do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis).

A madeira dessa árvore é deveras utilizada na fabricação de móveis de luxo, acabamentos finos na construção civil e na fabricação de instrumentos musicais mais caros, ainda hoje, dezesseis anos depois da publicação da tal portaria. Mas também pudera! Se até o piso do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente da República, que foi reformado em 2006 - beem depois da portaria - teve, por exigência do Sr. Oscar Niemeyer, novamente, Jacarandá-da-Bahia!!… Como esperar bom senso da população, se quem faz as leis não as obedece???

Enquanto isso, no lado de cá da força, vamos fazendo o que nos é permitido e absolutamente nos conformes da lei, para recuperar um mínimo de toda essa destruição. No último domingo, dia 27 de julho, plantamos 92 sementes de Jacarandá-da-Bahia, em recipientes que nos foram doados por um amigo. Ainda estamos testando o desenvolvimento das sementes em um tipo de substrato. Na próxima semana, plantaremos outras sementes em um substrato diferente.

Aceitamos apoio, dicas e informações.

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Tem RAM no barco!

Nico Ferreira, idealizador do projeto

A Expedição Potara ou Madeira-Amazonas será uma travessia num barco a remo (o Potara) pelos rios Madeira, de Porto Velho-RO à Manaus-AM e pelo Amazonas até Belém-PA. O rio São Francisco será parte fundamental dessa travessia, uma vez que o Potara será levado de São Bento do Sapucaí-SP até a Amazônia pelo "Velho Chico".
O objetivo dessas travessias é coletar assinaturas para o Manifesto DECLARAÇÃO PELOS DIREITOS DA TERRA, que tem como fundamento a preservação do nosso planeta.
“A Expedição se iniciará em breve [data a ser confirmada]; começará a partir de São Bento do Sapucaí-SP, com o transporte do Potara em caminhão até Porto Velho para, enfim, ser colocado no rio Madeira para iniciar a travessia do Brasil até o Atlântico!!! O objetivo principal dessa Expedição é divulgar o conceito ‘Conhecer para Preservar’, através da Declaração dos Direitos da Terra, que tem por finalidade única a preservação do nosso planeta!! Temos que lutar para amenizar nossas pegadas aqui na Terra!!!” – diz, empolgado, o idealizador do projeto, Nico Ferreira.

O Instituto RAM de Reeducação Ambiental firmou parceria com a Expedição Madeira-Amazonas no intuito de colaborar para que a Declaração pelos Direitos da Terra atinja o maior número possível de adeptos. A marca do RAM viajará na frente no barco Potara, acompanhando o navegador Nico Ferreira, encabeçando o seu instinto aventureiro e torcendo para o sucesso pleno de sua empreitada nessa grande aventura a remo. Vai com fé, Nico! O nosso planeta agradece pelo seu esforço!

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Tem RAM no Jornal da UNEF!

A estudante do sexto período de Jornalismo Lia Sérgia desenvolveu um trabalho com o Instituto RAM e publicou uma matéria no jornal interno da Universidade de Ensino Superior de Feira de Santana - UNEF, na Bahia. Confira o belíssimo texto escrito pela futura jornalista:

Reeducação Ambiental: um conceito em ascensão

Lia Sérgia*

Temos acompanhado ao longo dos anos toda a polêmica em torno do tema "lixo": o Brasil produzindo 240.000 toneladas de lixo por dia e, com o reflexo do desemprego e da miséria, os catadores de lixo se multiplicando a cada dia em condições insalubres. E nunca se discutiu este assunto com tanta freqüência e profundidade como nestes últimos anos. Dentro deste contexto, a publicitária Lisiane Braga, que também é voluntária do Greenpeace, teve a idéia de fundar o Instituto de Reeducação Ambiental (RAM).

O ramo da reeducação ambiental tem por objetivo disseminar conhecimentos sobre a preservação do ambiente e os meios de utilização sustentável dos seus recursos. É uma metodologia de análise que surge a partir do crescente interesse do homem em assuntos como o ambiente devido às grandes catástrofes naturais que têm assolado o mundo nas últimas décadas.
No Brasil a Reeducação Ambiental assume uma perspectiva mais abrangente, não restringindo seu olhar à proteção e uso sustentável de recursos naturais, mas incorporando fortemente a proposta de construção de sociedades sustentáveis. Mais do que um segmento da educação, é uma mudança de cultura em sua complexidade e completude.
A educação ambiental tornou-se lei em 27 de Abril de 1999. A Lei N° 9.795 – Lei da Educação Ambiental, em seu Art. 2° afirma: "A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal.”

INSTITUTO RAM

O Instituto RAM de Reeducação Ambiental é uma organização não-governamental que nasceu do desejo de sensibilizar as pessoas quanto a uma mudança postural diante dos problemas ambientais enfrentados pela sociedade em que vivemos. A idéia é convencer o maior número de pessoas possível sobre a sua responsabilidade direta pela destruição do meio em que vivemos, mostrando que é possível mudar esta realidade adotando atitudes simples durante suas atividades do dia-a-dia.

No simples ato do barbear, por exemplo, um homem pode escolher gastar somente dois ou até oitenta litros de água! Todo mundo está acostumado a deixar a torneira meio aberta enquanto se barbeia; se tampassem o ralo e fizessem da pia um reservatório para enxaguar o barbeador, só esta água seria gasta. Exemplos simples como este, fazem parte da cartilha que está sendo organizada pela publicitária Lisiane Braga, presidente da ONG.
“Parece pouco, mas, na verdade, quando o indivíduo se acostuma a determinado modo de ação, ‘mudar’ se torna uma palavra assustadora.” – afirma a ambientalista, e complementa – “É simples, mas alguém tem que dizer, tem que ensinar e apelar até que estas atitudes passem a se tornar comuns. É comum se pregar o ‘faça a sua parte’, mas dificilmente alguém diz como é que se faz. É aí que entra o Instituto RAM!”

O trabalho do Instituto RAM se iniciou em 2007, nas cidades de Santo Estevão e Salvador, se estendendo a algumas cidades do estado de São Paulo. A ONG planeja, para 2008, uma campanha de divulgação abrangente a todo o território nacional, através das rádios comunitárias. Segundo a presidente do instituto, a grande vantagem deste trabalho é a facilidade de adesão e apoio por partes de produtores de vídeo, das rádios e de cidadãos que desejam ajudar a mudar a triste realidade ambiental em que vivemos.
“Muitas ONGs se fecham ao apoio externo por receio de que seus projetos sejam copiados. Ao contrário delas, o RAM deseja realizar parcerias para que nossas idéias e projetos sejam disseminados pelo maior número de lugares possível. Principalmente onde não tivermos condições logísticas de chegar, pois o que desejamos, realmente, é mudar as pessoas e transformar o que nos cabe como seres humanos capazes.” – conclui Lisiane Braga.

SERVIÇO

O que? Instituto RAM de Reeducação Ambiental

E-mail: ram.instituto@terra.com.br

Site: www.ram.org.br  e  http://institutoram.blog.terra.com.br

Telefone: (11) 9103-2309.

*Lia Sérgia é artefinalista e estudante do 6° período de Jornalismo da UNEF, em Feira de Santana-BA.

criado por Instituto RAM    17:07 — Arquivado em: Sem categoria

Tem RAM no Jornal Local

O Jornal Local, veículo de notícias bimestral distribuído gratuitamente em alguns bairros da cidade de Salvador-BA, desde 1997, disponibilizou espaço para o Instituto RAM em todas as edições a partir de maio. Na primeira amostra desta parceria, foi publicado um release sobre o RAM e, na segunda, uma matéria sobre como economizar água nas atividades do dia-a-dia. Moradores de Salvador, não percam!!!
O Jornal Local é um trabalho desenvolvido pelo designer, relações públicas e ambientalista de carteirinha Hendrik Aquino.

Hendrik Aquino e o Bispo Dom Cappio, famoso por seus protestos contra a transposição do rio São Francisco

Para quem ainda não conhece o Jornal Local, pode obter mais informações através da sua comunidade no Orkut - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=21047432 – ou através do e-mail hendrik@compos.com.br.
A equipe do Instituto RAM se sente verdadeiramente lisonjeada pela realização desta grande parceria.

criado por Instituto RAM    17:03 — Arquivado em: Sem categoria

28/7/08

Oxigênio Records, de SC, apóia o Instituto RAM!

  A Oxigênio Records, gravadora de Santa Catarina, declara seu apoio ao Instituto RAM de Reeducação Ambiental. Além de divulgar o trabalho do Instituto RAM em seu jornal institucional, a empresa pretende se engajar na luta por um ambiente melhor, sugerindo atitudes extremamente positivas a serem realizadas naquele estado.

  O primeiro grande apoio da Oxigênio Records será divulgar o nome e contatos do Instituto RAM no CD da banda européia de Indie Rock PONOKA, que será lançado em, aproximadamente, um mês aqui no Brasil.

 

Informações sobre a banda: 
                   

PONOKA é uma banda de Indie rock que mistura elementos eletrônicos e musica Pop, temperado com letras intimas. Se você procura essas referências em uma banda, você encontrou. Para fans de Lemonheads e Pavement.

Relação de faixas do CD:
                        
I Have A Hard Time Explaining Myself
Dead Ends
1996
Hindsight
Help Is On The Way
Everything Under My Feet
See You Around
Back By Night
Closer
September
Light-Years To Kill

Video : http://www.youtube.com/watch?v=rc2zpEP-gi4

  Oxigênio Records: A trilha sonora que o meio ambiente agradece por existir.

criado por Instituto RAM    15:09 — Arquivado em: Indie Rock, Instituto, Meio Ambiente, Natureza, Oxigênio Records, Reeducação Ambiental, Rock, Terceiro Setor, categoria (1)

26/7/08

Plantando Mogno

No domingo passado (20/07/08), Lisiane Braga e Richard Cerchiari, presidente e vice-presidente, respectivamente, do Instituto RAM de Reeducação Ambiental, passaram o dia na Serra da Cantareira, em São Paulo, coletando sementes de algumas árvores, fotografando animais daquela região e plantando uma espécie de árvore em grave risco de extinção, o nosso "ouro-verde": Mogno (Swietenia macrophylla).

Richard plantando mogno. Foto: Lisiane Braga

Lisiane Braga plantando mogno. Foto: Richard Cerchiari

Leia sobre o mogno e o risco de extinção desta espécie de árvore tão importante neste site:

www.pime.org.br/mundoemissao/ecologianovo.htm

criado por Instituto RAM    23:30 — Arquivado em: Extinção, Instituto, Meio Ambiente, Mogno, Natureza, ONG, Reeducação Ambiental, Terceiro Setor, categoria, Árvore

Jacus: ainda sobrevivendo.

                   

Estes três jacus estavam batendo papo com alguns urubus na Estrada de Santa Inês no último domingo, dia 20/07/08, por volta das 17h, em São Paulo. Levei o maior susto. Vi aquela reunião toda, achei que fossem somente urubus e o Richard gritou: "Olha quantos jacus!!!" De imadiato, agarrei a câmera e comecei a tirar fotos sem parar. Ok, devido è pressa, algumas ficaram tremidas, fora de foco etc, mas pelo menos dá para provar que os vimos! 

 Fotos: Lisiane Braga (Instituto RAM de Reeducação Ambiental)

Curiosidade: Na bandeira da cidade de Santo Estêvão, na Bahia, há dois jacus  ilustrados, devido à quantidade imensa destes animais que havia na região lá pelos idos dos anos 1930. Acontece que estes animais foram extintos por lá. Só os habitantes mais antigos conhecem o bicho; a maioria não sabe nem porque fazem parte da bandeira e sequer jamais os viu. As árvores altas em que estes animais costumavam construir seus ninhos foram cortadas e eles, coitados, foram servidos no almoço de quem as cortou ou mandou cortar. Lamentável. Mas é o que acontece quando não se cuida da natureza, quando não se tem amor pelos animais e quando se acha que os recursos naturais jamais acabarão. "Jacu", naquela cidade, hoje em dia, é apenas o apelido daqueles que se candidatam a eleições e perdem. Neste caso específico - das aves - quem saiu perdendo foi a natureza.  

 

criado por Instituto RAM    22:11 — Arquivado em: Animais, Extinção, Instituto, Meio Ambiente, Natureza, ONG, Reeducação Ambiental, Terceiro Setor

25/7/08

Água: Para seu próprio bem, economize!

Matéria publicada no Jornal Local, de Salvador - Bahia, julho de 2008.

 

O Instituto RAM, na implantação dos seus projetos, tem considerado todos os fatores de preservação da própria espécie humana e sua relação com o meio em que vive, mostrando que é possível fazer com que as pessoas, em seu dia-a-dia, substituam os hábitos que vêm, através de gerações, causando danos catastróficos ao meio ambiente, por ações ecologicamente corretas.
Aproveitando este espaço, o Instituto RAM de Reeducação Ambiental, a partir desta edição, publica matérias sugerindo atitudes ambientalmente positivas para os leitores do Jornal Local. Para iniciar, o tema será a preservação do bem mais valioso do planeta: a água.

Imagem: Sanepar - Quanto se pode desperdiçar de água

• Evite o desperdício ao tomar banho, fechando a torneira enquanto se ensaboa. Em um banho de 20 minutos, até 350 litros vão para o ralo;
• Aperte a descarga por, no máximo, cinco segundos ou troque sua descarga comum por uma de caixa acoplada. Uma descarga comum gasta, em média, 30 litros por acionamento;
• Verifique se a bóia da caixa d’água e as torneiras não apresentam vazamento. Um gotejamento pode gastar até 46 litros por dia;
• Regue as plantas durante a noite para evitar a evaporação da água;
• Ao escovar os dentes ou fazer a barba, mantenha a torneira fechada até a hora do enxágüe. Quem deixa a água escorrer por 05 minutos, joga fora 60 litros;
• Junte uma quantidade de roupas sujas para lavar de uma vez só, aproveitando a capacidade total do seu tanque ou máquina de lavar.
• Mantenha a torneira fechada enquanto ensaboa os pratos. Ligue apenas na hora de enxaguar;
• Lavando o carro com mangueira, gasta-se, em média, 378 litros em 10 minutos. Lavando com balde ou com a mangueira bloqueada, pode-se economizar 300 litros!

A falta de água potável e de saneamento é a causa de 80% das doenças e 65% das internações hospitalares no Brasil, implicando em gastos de até US$2,5 bilhões anuais, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.
70% da superfície do planeta é ocupada por água e 30% por terra; desta água, 97,5% é salgada, 2,5% se referem a água doce e, destes, 70% se referem às geleiras e águas subterrâneas. Apenas 1% é disponível para consumo.
Dessa forma, podemos afirmar que a água não é um bem infinito, como pode parecer, portanto, é dever de todos nós cuidar e economizar para que não venha, um dia, a nos fazer falta.

Richard Cerchiari
Vice-presidente do Instituto RAM de Reeducação Ambiental

Contatos:
ram.instituto@terra.com.br
(11) 9103-2309
www.ram.org.br

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INSTITUTO RAM DE REEDUCAÇÃO AMBIENTAL

O Instituto RAM de Reeducação Ambiental é uma Organização do Terceiro Setor cujo propósito é um tanto ambicioso, mas não impossível: sensibilizar as pessoas a mudar sua postura diante da problemática ambiental; convencê-las de que são responsáveis diretas pela destruição do meio em que vivem e que podem mudar boa parte desta realidade adotando atitudes simples durante suas atividades do dia-a-dia. Parece pouco, mas, na verdade, quando o indivíduo se acostuma a determinado modo de ação, “mudar” se torna uma palavra assustadora.
No simples ato do barbear, por exemplo, um homem pode escolher gastar somente dois ou até OITENTA litros de água! Todo mundo está acostumado a deixar a torneira meio aberta enquanto se barbeia; se tampassem o ralo e fizessem da pia um reservatório para enxaguar o barbeador, só esta água seria gasta. É simples, mas alguém tem que dizer, tem que ensinar e apelar até que estas atitudes passem a se tornar comuns. É comum se pregar o “faça a sua parte”, mas dificilmente alguém diz como é que se faz. É aí que entra o Instituto RAM!

Reeducar?
Sim, re-educar! As pessoas trazem hábitos saudáveis ou danosos do berço, de casa. São hábitos que simplesmente são repetidos, como no caso de ter-se tornado normal se adquirir animais em feiras-livres ou nas estradas e tê-los em casa como se fosse algo bom, quando não é. São raros aqueles que param para pensar sobre o que estão fazendo quando a ação é instintiva ou adquirida a partir de uma cadeia cultural.
A idéia do RAM é agir através de campanhas realizadas de diversas formas, preferencialmente criativas e que atinjam o maior número de pessoas de todas as classes. Não trabalharemos, inicialmente, com cursos e aulas de longa duração, não é este, o plano. É fazer com que mensagens de fácil captação cheguem até o público de forma que o marque e provoque mudança de hábitos danosos para saudáveis, ou seja, ecologicamente mais corretos. As mensagens podem estar em qualquer lugar, desde que chegue às pessoas.

Onde?
O trabalho do RAM se inicia na Bahia e em algumas cidades do estado de São Paulo, mas o intuito é que nossas campanhas consigam atingir o território nacional. A grande vantagem deste trabalho é a facilidade com que temos tido adesão, apoio de produtores de vídeo, rádios e de gente comum que quer ajudar a mudar a realidade porque se preocupa com isto, mas não sabe como fazer.

Contatos: ram.instituto@terra.com.br
(11) 9103-2309
www.ram.org.br

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