Instituto RAM de Reeducação Ambiental

Com sede intelectual em Salvador/BA e Guarulhos/SP, o Instituto RAM de Reeducação Ambiental foi criado com o propósito de transformar a relação entre o homem, o meio e os animais em território brasileiro. Reeducação Ambiental, abrace esta causa!

31/3/09

INSTITUTO RAM DE REEDUCAÇÃO AMBIENTAL

 

O Instituto RAM de Reeducação Ambiental é uma Organização do Terceiro Setor cujo propósito é um tanto ambicioso, mas não impossível: sensibilizar as pessoas a mudar sua postura diante da problemática ambiental; convencê-las de que são responsáveis diretas pela destruição do meio em que vivem e que podem mudar boa parte desta realidade adotando atitudes simples durante suas atividades do dia-a-dia. Parece pouco, mas, na verdade, quando o indivíduo se acostuma a determinado modo de ação, “mudar” se torna uma palavra assustadora.
No simples ato do barbear, por exemplo, um homem pode escolher gastar somente dois ou até OITENTA litros de água! Todo mundo está acostumado a deixar a torneira meio aberta enquanto se barbeia; se tampassem o ralo e fizessem da pia um reservatório para enxaguar o barbeador, só esta água seria gasta. É simples, mas alguém tem que dizer, tem que ensinar e apelar até que estas atitudes passem a se tornar comuns. É comum se pregar o “faça a sua parte”, mas dificilmente alguém diz como é que se faz. É aí que entra o Instituto RAM!

Reeducar?
Sim, re-educar! As pessoas trazem hábitos saudáveis ou danosos do berço, de casa. São hábitos que simplesmente são repetidos, como no caso de ter-se tornado normal se adquirir animais em feiras-livres ou nas estradas e tê-los em casa como se fosse algo bom, quando não é. São raros aqueles que param para pensar sobre o que estão fazendo quando a ação é instintiva ou adquirida a partir de uma cadeia cultural.
A idéia do RAM é agir através de campanhas realizadas de diversas formas, preferencialmente criativas e que atinjam o maior número de pessoas de todas as classes. Não trabalharemos, inicialmente, com cursos e aulas de longa duração, não é este, o plano. É fazer com que mensagens de fácil captação cheguem até o público de forma que o marque e provoque mudança de hábitos danosos para saudáveis, ou seja, ecologicamente mais corretos. As mensagens podem estar em qualquer lugar, desde que chegue às pessoas.

Onde?
O trabalho do RAM se inicia na Bahia e em algumas cidades do estado de São Paulo, mas o intuito é que nossas campanhas consigam atingir o território nacional. A grande vantagem deste trabalho é a facilidade com que temos tido adesão, apoio de produtores de vídeo, rádios e de gente comum que quer ajudar a mudar a realidade porque se preocupa com isto, mas não sabe como fazer.

Contatos: ram.instituto@terra.com.br
(71) 8223-2595
www.ram.org.br

criado por Instituto RAM    13:45 — Arquivado em: Animais, Instituto, Meio Ambiente, Natureza, ONG, Reeducação Ambiental, Terceiro Setor, Árvore

20/2/09

Filhotes do Sr. Gonçalo Alves.

Os “Gonçalinhos” estão nascendo, pessoal! Impressionante, 100% de germinação das sementes! Teremos, em alguns anos, se tudo der certo, 202 árvores de Gonçalo Alves (Astronium graveolens) por aí. Isto DESTA plantação, pois ainda temos muitas sementes!!!

20/02/2009

20/02/200920/02/2009

8/2/09

Eis o nosso Gonçalo Alves!

Esta é a linda árvore que nos cedeu gentilmente suas sementes para que pudéssemos plantar por aí. =) Encontrei um texto do Robério Dias, do Rio de Janeiro, em seu blog, falando sobre o Astronium graveolens e resolvi replicá-lo para vocês:

Astronium graveolens Jacq.

Dentre as árvores do Sítio, destaca-se uma que tem nome de gente: Gonçalo Alves. Porquê? Não consegui descobrir e, dentre as hipóteses explicativas, certamente muitos considerariam excessiva “forçação de barra” suspeitar de que o nome científico graveolens – cheiro forte – que já serviu para denominar a deliciosa e brasileiríssima graviola, tenha nesse caso sido brutal e comicamente transformado no gentílico português. Enfim, aqui na região, de onde também é nativa, a linda árvore chama-se Batam.

Pertence à família Anacardiácea, a mesma da mangueira e do cajueiro. (Esse nome é devido ao fruto em forma de coração de algumas de suas espécies.)

É árvore que atinge 90cm de diâmetro no tronco e mais de 35m de altura. A maior do Sítio está com uns 20m. É madeira de lei, tão apreciada que (além de Tigerwood e Zebrawood) é chamada comercialmente Kingwood (madeira rei).

Decídua, floresce quando está sem folhas. Sua copa não é muito densa e a folhagem fica toda na parte superior, como um teto, o que deixa à mostra uma bela formação estrutural, com troncos e galhos bem proporcionados, fortes e claros, quase brancos.

Sendo madeira densa, seu crescimento é relativamente lento. Isso explica o quase ineditismo de seu uso em paisagismo. Entretanto dever-se-ia considerar um aspecto: árvores de madeira forte não se quebram com facilidade. Já as de crescimento rápido têm madeira fraca que cedo se arruína. Vide as Cássia siamea, tão freqüentes em arborização urbana. O tempo economizado em seu crescimento relâmpago é perdido, pois ficam estropiadas, como um exército de Brancaleone, e constituem testemunho de fracasso paisagístico por longo tempo depois de satisfeito o imediatismo de quem as plantou.

Apesar da vasta área de ocorrência – do sul da Bahia ao Rio Grande do Sul – o Astronium graveolens está na lista do IBAMA de espécies ameaçadas, na categoria “Vulnerável”.

Fonte: http://roberiodias.blogspot.com/2007/08/estrela-05-astronium-graveolens.html

3/2/09

Uma utilidade mais nobre para os copos descartáveis: ÁRVORES!!!

Olá, pessoal!! Estou em Santo Estêvão, cidade do interior da Bahia. Passei alguns dias de férias, curtindo lindas praias em Santa Catarina e Peruíbe-SP, e estou de volta colocando em ordem as atividades do Instituto RAM.

Hoje, com a preciosa ajuda voluntária de Geovanna, plantei mudas de Astronium graveolens, uma árvore que, aqui na Bahia, é conhecida como Gonçalo Alves. 202 sementes foram plantadas em copos descartáveis - um improviso que tive de fazer na ausência de recipientes específicos para esta finalidade. Ainda temos mais 1.569 sementes, que precisaremos plantar o quanto antes, pois a durabilidade destas não é das maiores. Vou fotografando ao longo do tempo para lhes mostrar a evolução do processo.

Mudando de assunto, fui convidada a participar do programa “Voz da Natureza”, na Rádio Paraguassu-FM, da cidade de Santo Estêvão-BA (www.paraguassufm.net), a convite do Sr. Aureliano, que o apresenta. Falei sobre a necessidade de se economizar água e dei dicas de como fazê-lo. O tema foi escolhido devido a uma notícia  que ouvi ontem na mesma emissora, sobre o fornecimento de água aqui estar sendo insuficiente para o gasto da comunidade local.

Ah!! Fomos convidados a montar um stand durante o Palco do Rock, festival alternativo que ocorre na Praia de Piatã, em Salvador, durante o Carnaval. Ainda não confirmamos, por não termos a certeza de conseguir apoio em tão pouco tempo, mas tentaremos. Caso alguém possa ajudar, precisamos de muito pouca coisa: Banners, painel, fantasia de animal marinho e tintas e pincéis para pintar crianças. Teremos ampla divulgação. Caso sua empresa ou você se interesse em ajudar, nosso e-mail é ram.instituto@terra.com.br e meu telefone, 71 8832-4264.

Um forte abraço a todos!!

Lisiane Braga

Presidente do Instituto RAM de Reeducação Ambiental

criado por Instituto RAM    18:47 — Arquivado em: Extinção, Instituto, Meio Ambiente, Natureza, ONG, Reeducação Ambiental, Terceiro Setor, Árvore

3/1/09

Sem final feliz… :(

Bom, pessoal, não tivemos um final feliz para nosso amiguinho Corrupião. Infelizmente a crueldade do tráfico fez mais uma vítima. Provavelmente o machucado que parecia ser superficial na cabeça dele devia esconder alguma pancada pior. No dia 31 de dezembro tentei soltá-lo, mas percebi que ele não conseguia voar. Ateu-se a dar alguns pulinhos e não se equilibrava bem; chegou a deitar na minha mão. Como vocês podem observar nas fotos que publiquei anteriormente, ele estava se alimentando bem e parecia estar mais animado com o passar dos dias, mas, provavelmente, estava mais machucado do que aparentava. No dia 1º de janeiro de 2009, fui alimentálo cedo, como de costume, e, infelizmente, a surpresa de início de ano foi deveras desagradável: ele havia morrido.

Sinceramente, não consegui conter as lágrimas de tristeza que me vieram aos olhos ao perceber que nem sempre o nosso esforço é suficiente para salvar uma vida. No entanto, sei que fizemos o possível.

Espero somente que este exemplo sirva de lição a qualquer um que pretenda colocar um passarinho em uma gaiola. Pensem duas vezes e decidam não fazê-lo. O maior culpado pela morte dos animais pelas garras do tráfico não é o traficante em si; é aquele que compra estes bichos. Se não houvesse compradores, certamente não haveria vendedores. É como qualquer outro tráfico, só que este envolve nossa biodiversidade.

Não seja cúmplice do tráfico de animais silvestres. Deixe os animais livres.

criado por Instituto RAM    1:45 — Arquivado em: Animais, Extinção, Instituto, Meio Ambiente, Natureza, ONG, Reeducação Ambiental, Terceiro Setor, Tráfico de Animais, Árvore

24/8/08

Ator e músico baiano Zéu Britto apóia o RAM

O ator e músico baiano Zéu Britto, na manhã deste domingo, 24 de agosto de 2008,  cedeu, gentilmente, seu talento e imagem para a campanha "Ecologicamente Correto" do Instituto RAM de Reeducação Ambiental.  

O artista, residente no Rio de Janeiro desde 2002, esteve em São Paulo neste final de semana para gravar comerciais e aproveitou para declarar, oficialmente, seu apoio ao Instituto RAM, posando para fotos e estrelando o VT da campanha, cujos objetivos são os seguintes: Fazer com que as pessoas incorporem o sentido da expressão "ecologicamente correto", usando a camiseta ilustrada com esta expressão; diminuam a utilização de sacolas plásticas ao passar a usar a de algodão cru, além de arrecadar fundos para que o Instituto RAM possa adquirir sua sede. Para cada kit, composto por camiseta, adesivo, sacola e guia de atitudes ecologicamente corretas, uma muda de uma das das duas árvores homenageadas nas peças - Jacarandá-da-Bahia e Gonçalo Alves - será plantada.  

O Instituto RAM de Reeducação Ambiental agradece imensamente ao ator Zéu Britto, ao ator e diretor Gilson Mato Grosso, Gleice e Urubu-Rei Produções, o fotógrafo Marcello Sellan e o jornalista e cinegrafista Luis Pereira pela colaboração indispensável e maravilhosamente irreverente! Lembraremos deste dia eternamente. Podem apostar que vocês são o marco de um início brilhante. Hoje começa uma nova etapa na existência do Instituto RAM de Reeducação Ambiental graças a vocês!! Obrigados!!

26/7/08

Plantando Mogno

No domingo passado (20/07/08), Lisiane Braga e Richard Cerchiari, presidente e vice-presidente, respectivamente, do Instituto RAM de Reeducação Ambiental, passaram o dia na Serra da Cantareira, em São Paulo, coletando sementes de algumas árvores, fotografando animais daquela região e plantando uma espécie de árvore em grave risco de extinção, o nosso "ouro-verde": Mogno (Swietenia macrophylla).

Richard plantando mogno. Foto: Lisiane Braga

Lisiane Braga plantando mogno. Foto: Richard Cerchiari

Leia sobre o mogno e o risco de extinção desta espécie de árvore tão importante neste site:

www.pime.org.br/mundoemissao/ecologianovo.htm

criado por Instituto RAM    23:30 — Arquivado em: Extinção, Instituto, Meio Ambiente, Mogno, Natureza, ONG, Reeducação Ambiental, Terceiro Setor, categoria, Árvore
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