Instituto RAM de Reeducação Ambiental

Com sede intelectual em Salvador/BA e Guarulhos/SP, o Instituto RAM de Reeducação Ambiental foi criado com o propósito de transformar a relação entre o homem, o meio e os animais em território brasileiro. Reeducação Ambiental, abrace esta causa!

8/8/09

CD da banda Ponoka é lançado no Brasil com marca do Instituto RAM de Reeducação Ambiental.

A gravadora Oxigênio Records, de Santa Catarina, acaba de lançar no Brasil o CD “Hindsight”, da banda européia Ponoka, originária dos Países Baixos / Nederland.

criado por Instituto RAM    21:28 — Arquivado em: Extinção, Indie Rock, Instituto, Meio Ambiente, Natureza, ONG, Oxigênio Records, Ponoka, Reeducação Ambiental, Rock, Terceiro Setor, músico

20/2/09

Filhotes do Sr. Gonçalo Alves.

Os “Gonçalinhos” estão nascendo, pessoal! Impressionante, 100% de germinação das sementes! Teremos, em alguns anos, se tudo der certo, 202 árvores de Gonçalo Alves (Astronium graveolens) por aí. Isto DESTA plantação, pois ainda temos muitas sementes!!!

20/02/2009

20/02/200920/02/2009

8/2/09

Eis o nosso Gonçalo Alves!

Esta é a linda árvore que nos cedeu gentilmente suas sementes para que pudéssemos plantar por aí. =) Encontrei um texto do Robério Dias, do Rio de Janeiro, em seu blog, falando sobre o Astronium graveolens e resolvi replicá-lo para vocês:

Astronium graveolens Jacq.

Dentre as árvores do Sítio, destaca-se uma que tem nome de gente: Gonçalo Alves. Porquê? Não consegui descobrir e, dentre as hipóteses explicativas, certamente muitos considerariam excessiva “forçação de barra” suspeitar de que o nome científico graveolens – cheiro forte – que já serviu para denominar a deliciosa e brasileiríssima graviola, tenha nesse caso sido brutal e comicamente transformado no gentílico português. Enfim, aqui na região, de onde também é nativa, a linda árvore chama-se Batam.

Pertence à família Anacardiácea, a mesma da mangueira e do cajueiro. (Esse nome é devido ao fruto em forma de coração de algumas de suas espécies.)

É árvore que atinge 90cm de diâmetro no tronco e mais de 35m de altura. A maior do Sítio está com uns 20m. É madeira de lei, tão apreciada que (além de Tigerwood e Zebrawood) é chamada comercialmente Kingwood (madeira rei).

Decídua, floresce quando está sem folhas. Sua copa não é muito densa e a folhagem fica toda na parte superior, como um teto, o que deixa à mostra uma bela formação estrutural, com troncos e galhos bem proporcionados, fortes e claros, quase brancos.

Sendo madeira densa, seu crescimento é relativamente lento. Isso explica o quase ineditismo de seu uso em paisagismo. Entretanto dever-se-ia considerar um aspecto: árvores de madeira forte não se quebram com facilidade. Já as de crescimento rápido têm madeira fraca que cedo se arruína. Vide as Cássia siamea, tão freqüentes em arborização urbana. O tempo economizado em seu crescimento relâmpago é perdido, pois ficam estropiadas, como um exército de Brancaleone, e constituem testemunho de fracasso paisagístico por longo tempo depois de satisfeito o imediatismo de quem as plantou.

Apesar da vasta área de ocorrência – do sul da Bahia ao Rio Grande do Sul – o Astronium graveolens está na lista do IBAMA de espécies ameaçadas, na categoria “Vulnerável”.

Fonte: http://roberiodias.blogspot.com/2007/08/estrela-05-astronium-graveolens.html

3/2/09

Uma utilidade mais nobre para os copos descartáveis: ÁRVORES!!!

Olá, pessoal!! Estou em Santo Estêvão, cidade do interior da Bahia. Passei alguns dias de férias, curtindo lindas praias em Santa Catarina e Peruíbe-SP, e estou de volta colocando em ordem as atividades do Instituto RAM.

Hoje, com a preciosa ajuda voluntária de Geovanna, plantei mudas de Astronium graveolens, uma árvore que, aqui na Bahia, é conhecida como Gonçalo Alves. 202 sementes foram plantadas em copos descartáveis - um improviso que tive de fazer na ausência de recipientes específicos para esta finalidade. Ainda temos mais 1.569 sementes, que precisaremos plantar o quanto antes, pois a durabilidade destas não é das maiores. Vou fotografando ao longo do tempo para lhes mostrar a evolução do processo.

Mudando de assunto, fui convidada a participar do programa “Voz da Natureza”, na Rádio Paraguassu-FM, da cidade de Santo Estêvão-BA (www.paraguassufm.net), a convite do Sr. Aureliano, que o apresenta. Falei sobre a necessidade de se economizar água e dei dicas de como fazê-lo. O tema foi escolhido devido a uma notícia  que ouvi ontem na mesma emissora, sobre o fornecimento de água aqui estar sendo insuficiente para o gasto da comunidade local.

Ah!! Fomos convidados a montar um stand durante o Palco do Rock, festival alternativo que ocorre na Praia de Piatã, em Salvador, durante o Carnaval. Ainda não confirmamos, por não termos a certeza de conseguir apoio em tão pouco tempo, mas tentaremos. Caso alguém possa ajudar, precisamos de muito pouca coisa: Banners, painel, fantasia de animal marinho e tintas e pincéis para pintar crianças. Teremos ampla divulgação. Caso sua empresa ou você se interesse em ajudar, nosso e-mail é ram.instituto@terra.com.br e meu telefone, 71 8832-4264.

Um forte abraço a todos!!

Lisiane Braga

Presidente do Instituto RAM de Reeducação Ambiental

criado por Instituto RAM    18:47 — Arquivado em: Extinção, Instituto, Meio Ambiente, Natureza, ONG, Reeducação Ambiental, Terceiro Setor, Árvore

3/1/09

Sem final feliz… :(

Bom, pessoal, não tivemos um final feliz para nosso amiguinho Corrupião. Infelizmente a crueldade do tráfico fez mais uma vítima. Provavelmente o machucado que parecia ser superficial na cabeça dele devia esconder alguma pancada pior. No dia 31 de dezembro tentei soltá-lo, mas percebi que ele não conseguia voar. Ateu-se a dar alguns pulinhos e não se equilibrava bem; chegou a deitar na minha mão. Como vocês podem observar nas fotos que publiquei anteriormente, ele estava se alimentando bem e parecia estar mais animado com o passar dos dias, mas, provavelmente, estava mais machucado do que aparentava. No dia 1º de janeiro de 2009, fui alimentálo cedo, como de costume, e, infelizmente, a surpresa de início de ano foi deveras desagradável: ele havia morrido.

Sinceramente, não consegui conter as lágrimas de tristeza que me vieram aos olhos ao perceber que nem sempre o nosso esforço é suficiente para salvar uma vida. No entanto, sei que fizemos o possível.

Espero somente que este exemplo sirva de lição a qualquer um que pretenda colocar um passarinho em uma gaiola. Pensem duas vezes e decidam não fazê-lo. O maior culpado pela morte dos animais pelas garras do tráfico não é o traficante em si; é aquele que compra estes bichos. Se não houvesse compradores, certamente não haveria vendedores. É como qualquer outro tráfico, só que este envolve nossa biodiversidade.

Não seja cúmplice do tráfico de animais silvestres. Deixe os animais livres.

criado por Instituto RAM    1:45 — Arquivado em: Animais, Extinção, Instituto, Meio Ambiente, Natureza, ONG, Reeducação Ambiental, Terceiro Setor, Tráfico de Animais, Árvore

24/8/08

Ator e músico baiano Zéu Britto apóia o RAM

O ator e músico baiano Zéu Britto, na manhã deste domingo, 24 de agosto de 2008,  cedeu, gentilmente, seu talento e imagem para a campanha "Ecologicamente Correto" do Instituto RAM de Reeducação Ambiental.  

O artista, residente no Rio de Janeiro desde 2002, esteve em São Paulo neste final de semana para gravar comerciais e aproveitou para declarar, oficialmente, seu apoio ao Instituto RAM, posando para fotos e estrelando o VT da campanha, cujos objetivos são os seguintes: Fazer com que as pessoas incorporem o sentido da expressão "ecologicamente correto", usando a camiseta ilustrada com esta expressão; diminuam a utilização de sacolas plásticas ao passar a usar a de algodão cru, além de arrecadar fundos para que o Instituto RAM possa adquirir sua sede. Para cada kit, composto por camiseta, adesivo, sacola e guia de atitudes ecologicamente corretas, uma muda de uma das das duas árvores homenageadas nas peças - Jacarandá-da-Bahia e Gonçalo Alves - será plantada.  

O Instituto RAM de Reeducação Ambiental agradece imensamente ao ator Zéu Britto, ao ator e diretor Gilson Mato Grosso, Gleice e Urubu-Rei Produções, o fotógrafo Marcello Sellan e o jornalista e cinegrafista Luis Pereira pela colaboração indispensável e maravilhosamente irreverente! Lembraremos deste dia eternamente. Podem apostar que vocês são o marco de um início brilhante. Hoje começa uma nova etapa na existência do Instituto RAM de Reeducação Ambiental graças a vocês!! Obrigados!!

26/7/08

Plantando Mogno

No domingo passado (20/07/08), Lisiane Braga e Richard Cerchiari, presidente e vice-presidente, respectivamente, do Instituto RAM de Reeducação Ambiental, passaram o dia na Serra da Cantareira, em São Paulo, coletando sementes de algumas árvores, fotografando animais daquela região e plantando uma espécie de árvore em grave risco de extinção, o nosso "ouro-verde": Mogno (Swietenia macrophylla).

Richard plantando mogno. Foto: Lisiane Braga

Lisiane Braga plantando mogno. Foto: Richard Cerchiari

Leia sobre o mogno e o risco de extinção desta espécie de árvore tão importante neste site:

www.pime.org.br/mundoemissao/ecologianovo.htm

criado por Instituto RAM    23:30 — Arquivado em: Extinção, Instituto, Meio Ambiente, Mogno, Natureza, ONG, Reeducação Ambiental, Terceiro Setor, categoria, Árvore

Jacus: ainda sobrevivendo.

                   

Estes três jacus estavam batendo papo com alguns urubus na Estrada de Santa Inês no último domingo, dia 20/07/08, por volta das 17h, em São Paulo. Levei o maior susto. Vi aquela reunião toda, achei que fossem somente urubus e o Richard gritou: "Olha quantos jacus!!!" De imadiato, agarrei a câmera e comecei a tirar fotos sem parar. Ok, devido è pressa, algumas ficaram tremidas, fora de foco etc, mas pelo menos dá para provar que os vimos! 

 Fotos: Lisiane Braga (Instituto RAM de Reeducação Ambiental)

Curiosidade: Na bandeira da cidade de Santo Estêvão, na Bahia, há dois jacus  ilustrados, devido à quantidade imensa destes animais que havia na região lá pelos idos dos anos 1930. Acontece que estes animais foram extintos por lá. Só os habitantes mais antigos conhecem o bicho; a maioria não sabe nem porque fazem parte da bandeira e sequer jamais os viu. As árvores altas em que estes animais costumavam construir seus ninhos foram cortadas e eles, coitados, foram servidos no almoço de quem as cortou ou mandou cortar. Lamentável. Mas é o que acontece quando não se cuida da natureza, quando não se tem amor pelos animais e quando se acha que os recursos naturais jamais acabarão. "Jacu", naquela cidade, hoje em dia, é apenas o apelido daqueles que se candidatam a eleições e perdem. Neste caso específico - das aves - quem saiu perdendo foi a natureza.  

 

criado por Instituto RAM    22:11 — Arquivado em: Animais, Extinção, Instituto, Meio Ambiente, Natureza, ONG, Reeducação Ambiental, Terceiro Setor
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